MUSIC

Assim como o ar que existe no sangue que corre em minhas veias, há música.

Em nossa vida há diversos momentos em que nos deparamos com questionamentos do gênero “e se”. Posso ficar neles por horas e mais horas. Vivia me perguntando e intimando minha mãe, que “se ela tivesse se casado com um ex-namorado”, este loiro, alto e de olhos azuis, hoje eu poderia ser uma Gisele Bündchen. Mesmo quando sei bem que “se” isso tivesse acontecido, eu não seria eu.

Assim como eu sou o resultado de um pai japonês, mas divertido porque os okinawanos são muito mais legais, e uma mãe italianíssima e alemãzona, mesmo com seu metro e meio, avôs amados, tios e tias lindos, primos e primas queridíssimos, irmãos maravilhosos, sou resultado da música.

Porque da mesma forma que ela muda em meu mp3, computador, CD-player de acordo com o meu humor, ela tem o poder de mudar também o meu humor!

Tem um livro que se chama Last Night a DJ Saved My Life, nunca li mas ele me chama atenção. No meu caso o nome mudaria para Last Night a Song Saved My Life. A vida é cheia de altos e baixos, pessoas vem, pessoas vão, momentos passam mas não ha nada mais especial para mim do que a música. Uma simples canção de pouco mais de 3min pode ser a chave para despertar um turbilhão de emoções, querendo você ou não.

Sou amante da arte, pintura, fotografia, filmes, mas se um dia eu tivesse de escolher apenas uma para apreciar para o restante da vida, acho que minha companheira seria a música, claro que o meu acervo no caso teria de ser interminável, e nada de baixarias, tá?

Para conhecer um pouco mais do meu gosto (esquizofrênico) musical:
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