chão, chão, chão

continuando

Há pouco mais de dois anos nos reunimos a cada edição para assistirmos aos combates. Não demorou muito para eu me juntar à eles e repetir as “abençoadas” palavras proferidas por Bruce Buffer, o apresentador mais style de todos os campeonatos de luta…

Quando vi já sabia o nome de juízes, comentaristas e estava tuitando para que o Canal Combate liberasse o audio original das transmissões pois ninguém merece ouvir que tal lutador foi “fortemente magoado pelo oponente”. Sério, não dá. E não foi que eles ouviram nossas preces?

E mais, quando percebi, já sabia o nome de todos os brasileiros que estavam na competição. Tenho minhas preferências, assim como seu assumir quando um cara é realmente bom, mas não tem como esconder a torcida por George Saint-Pierre, assim como Cigano, Demian Maia e assim por diante.

Aí, você tá lá tuitando e de repente vê que a Pretorian está te seguindo… e o medo de falar algo que vai magoar alguém que vai te perseguir e dar um cacete? Brincadeirinha…

E quando te surge a chance de conhecer parte das pessoas que você costuma assistir entrando em ginásios lotados, com bonés do Bony Açaí (ainda vou provar pra ver se é realmente bom)? É pra cair de costas, né?

Pois foi mais ou menos isso que aconteceu quando recebi a notícia que ia me juntar aos meninos de Games – Diego e Tomás – para cobrir o lançamento do UFC Undisputed 3, que teria a presença de Cigano, Toquinho e Murilo Bustamante.

Com a notícia confirmada, corri para fazer meu trabalho. Ir atrás de pauta para esportes e tv, encontrar pauta, essas coisas profissionais.

Uma semana após a notícia confirmada, estou eu a caminho da loja da Pretorian para o evento. E que divertido. A companhia não poderia ter sido melhor. Mesmo os meninos não manjando nada de luta, sempre são ótimas companhia.

Chegamos, sentamos e esperamos pacientemente o início do evento. Somente Zé Aldo e Toquinho deram as caras no início do evento. Ouvimos a responsável pela empresa que fez o jogo, assim como Neven Dravisnki, um dos produtores, que falou sobre as novidades como se fosse um grande tutorial. Mal eu sabia que essa introdução toda me ajudaria a dar um pau nos caras na hora de jogar.

Apesar da demora para início, tudo foi muito tranquilo e quando todo mundo menos esperava Cigano surge no meio da galera que ouvia as explicações de Dravinski. Após o pedido de desculpa pelo atraso, as coisas voltaram ao normal e quando o o momento de perguntas e respostas todo mundo pode ouvir um pouco o que os três lutadores tinham a dizer.

Depois disso não ouvi mais a voz deles, impraticável chegar perto por conta da quantidade de gente que estava em cima, queria falar, tirar uma foto e tudo mais. Assim partimos para a área mais fresca, apesar de não parecer existir nenhuma. Desta forma me coloquei em frente a um dos Xbox liberados para jogar.

E claro que alguém mexeu em tudo, trocou os controles e quando o meu não sincronizou, olho pro lado e tá o produtor do jogo itself me ajudando. Muita mordomia, né? Mais ainda quando jogando pela primeira vez eu ganhei. E ganhei a segunda, terceira, quarta e assim por diante. Até o segurança que estava ao meu lado perguntou se só eu ganhava. Tadinho do Diego, só ganhou uma partida. Nem o amigo do Tomás que lutou comigo duas vezes ganhou, saí de lá me sentindo.

Mas a jogatina parou no meio quando soou o aviso de que o Cigano ia lutar. Sem pensar muito desligamos tudo, descemos correndo pra encontrar o ringue com os equipamentos do DJs e o mini octógono – ou seria Octogder? – estava repleto de gente, tvs e Xboxes.

Aí caíu a ficha, ele de fato não iria fazer qualquer demonstração corporal e sim jogar. Assim me enfiei num cantinho entre um dos monitores e a grade para ver se enxergava algo e com minha câmerazinha fiquei tentando tirar uma foto que valesse.

Imagina então o tamanho da surpresa quando tô lá tentando fazer qualquer click valer a pena e vejo que o Cigano tá olhando de volta. Passada uma semana percebo que este foi o Momento OMG do Mês, senão do ano. Mesmo em “pânico” – porque você pode tirar a jornalista da tiete, mas não tira a tiete da jornalista – sorri devolta e deu um tchauzinho.

E você achou que o momento me belisca que eu tô sonhando acabou, ledo engano, ele olhou para os lados, afastou todas as diversas pessoas que estavam entre nós dois e posou pra uma foto. Que bom que o Diego viu tudo e pode provar que não alucinei. A foto nem ficou das melhores, mas vai ficar guardada no coração pra sempre e sempre.

Saldo final
Se achava que todos pareciam simpáticos, isso foi elevado a terceira potência, mas o prêmio de Simpatia do Ano ficou sem dúvida com o Cigano.

A festa não ficou melhor com isso e com as horas passando, tomamos o caminho da roça. Eu com certeza mil vezes mais feliz que os meninos. Quer saber como foi o evento com uma postura profissional? Confere aqui, no texto assinado pelo Tomás (a.k.a. Leonardo Almeida), mas escrito à seis mãos.

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