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a menina da galocha amarela

Coraline, uma das filinhas de Neil Gaiman, é linda. Cheia de curiosidade e vontade de abraçar o mundo como toda criança normal, ela se muda para o interior e vê a vida mudar 180º.


Ao contrário de mim, que enxergava meu quintal – mato alto, árvores “rebeldes” e lar de pequenas cobras – como uma dimensão paralela, Coraline não se deixou abalar muito pelo mundo diferente e sem temor explorou sua nova realidade.

Buscando mais que atenção dos pais,ela sai em uma aventura, na qual vai e volta e apesar de ser avisada a não se aprofundar demais no mundo que pensa ser maravilhoso, como toda boa menina levada Coraline vai, sem olhar muito para trás.

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Engana-se quem pensa que a história é pra boi, ou até mesmo criança dormir. Ok, talvéz seja, mas não foi pra mim. Perturbou um tanto. Dadas menos de 24 horas que assisti, ainda tenho um calafrio ao pensar em trocar meus olhos por botões, sejam estes feitos de ossos – sim, antigamente eles eram feitos de ossos, creepie, right? – ou não.

Passada a tensão inicial, ou melhor, final, sobra um conto de fadas lindo, com visual quase moderno que é um banquete para os olhos não botões. No qual a heroína é uma pequena garota que munida de esperteza, um gato e coragem assume os erros que cometeu e resolve resgatar o que realmente a faz feliz na vida.

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Lição para todo e qualquer marmanjo.

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