ao som dos pássaros

Tudo começou há quatro anos, como expliquei aqui. Nem parece muito tempo, mas sempre é um tanto bom, ainda mais se você fica em clima de expectativa. Depois disso, o Guillemots lançou Red (2008) e voltei a conversar com Magrão sobre as novas músicas. Ouvindo o disco é claro que o som mudou e eu não esperava nada diferente. Muita gente torceu o nariz. Eu amei, do jeito que ele é.

Este ano foi a vez de sair  Walk the River. Como não podia deixar de ser a banda também mostrou muita mudança. Afinal três anos é um bocado de vida. Assim como eles, mudei também, mas com todas as mudanças envolvidas ainda continuo apaixonada pela maneira como esses quatro seres humanos do mundo fazem música. Desse jeito a vontade de voltar a falar com eles reascendeu, querer saber mais sobre as novas canções. Figas para que tudo dê certo. E é nessas horas que sei o quão abençoada sou por viver do que me faz feliz.

Há mais ou menos seis meses, tive a notícia de que eles finalmente iriam tocar no Brasil. Assim como aconteceu com o The Reign Of Kindo, parecia que eu ia explodir de felicidade. A ideia de assistir a um show de ambas as bandas é como uma conquista. Mas ao mesmo tempo que havia muita alegria, tinha também descrença. Tipo? Jura que eles realmente vêm?

Pois bem, faltam menos de 20 horas para que eu esteja no mesmo local que eles. Uma parte de mim sabe que a possibilidade de eu chorar é bem grande. Se já chorei sozinha, ouvindo “Made Up Love Song #43” e olhando para a Lua, imagina sentindo a música que está saindo deles. Mas quer saber, dane-se.  Música de verdade é para isso mesmo, fazer aflorar sentimentos.

Eu sei que tenho tietado demais por aqui, muita coisa tem soado como um diário de uma garota de 18 anos, mas quer saber, tô mais focada em aceitar isso. Afinal, o blog é meu escrevo o que quiser e estou mais é a fim de celebrar as colheres de chá de felicidade que a vida tem me dado ultimamente.


vídeo | letra

ps: li o primeiro texto que publiquei aqui sobre deles e deu até orgulhinho, sempre é tão difícil ler coisas antigas e não se sentir um completo idiota.

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