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the kings of kindo

Ultimamente tenho tido a chance de ver ao vivo muitas bandas que nunca imaginei ser possível. O mérito disso pode ser dividido entre o senhor Christiano Parentoni e a organização dos @outros500, mas vou pular a parte dos agradecimentos porque este texto não é para isto, o que não significa que não seja eternamente grata, tá?

Mas hoje estou aqui para falar que o frio na barriga que um dia eu senti ao entrar em estádios para ver grandes nomes da musica mundial esta crescendo com a ideia de que amanhã a esta hora estarei em frente ao palco vendo os caras do The Reign Of Kindo tocar. Oh yeah babe!

Ha uns bons três para quatro anos o PH me mostrou “I Hear That Music Play” e foi paixão a primeira audição. Devorei o que tinha disponível dele online, sempre uma musica mais linda que a outra.

Quando menos esperava, me vejo falando com o produtor do show. Oh como eu amo meu trabalho. E após um ano de abstinência, volto a entrevistar! Não podia ter tido um retorno melhor. O resultado você pode ver aqui.

Observação: Minha ideia era colocar este texto no ar entre sexta e sábado, mas como deu pra ver, não deu. Sendo assim, a resenha das duas apresentações que o conjunto fez está aqui.
…continuando com o plano original do texto…

Acho que não sou só eu que tenho “dificuldades” em rotular o som que eles fazem. Na verdade – momento de me achar – conversei com Steven, o baterista, via e-mail antes deles aterrissarem aqui e ele mesmo mencionou que as influências são bem variadas, o que resulta em uma bela, e bela no melhor sentido de todos, mistura. Digamos que é a soma perfeita de jazz e pop com guitarras, groove e letras lindas. Pois é, como da para ver é muito amor!

Mas mais amor foi o que senti depois dos dois shows. Apresentações simples, nas quais cada integrante mostrou que além de ótimos músicos, é a união deles e as composições de Joey, que a mágica acontece. E mais amor ainda quando a primeira apresentação foi interrompida para que todo mundo visse Robson, um fã da banda, pegar a letra de “Symptom Of A Stumbling” emprestada por uns momentos para pedir sua namorada em casamento. Sim, está no YouTube.

Estava tão perto do Mike que dava vergonha olhar pra cima

Melhores momentos:

– uma plateia que cantou tudo junto, sem histeria
– assistir ao show com amigos lindos
– covers de “Mad World” do Tears For Fears, “Lover, You Should Come Over” Jeff Buckley, “Dry And High” Radiohead e, claro, “Do You Realize“, do Flaming Lips
– “Careless Whisper
– ver o muque do Jeff
– “I Hear That Music Play
– awkward silence com Joey
– abracinhos do Joey e Steven

Como o @leonardoatorama já está cansado de saber, estou mais apaixonada por eles do que nunca!

Após diversos pedidos, Jeff e seu super muque

Agradecimentos:
PH por ter me apresentado à banda
– Marco Carlucci pelo empréstimo da máquina que me acompanhou nas duas noites e me ajudou a registrar momentos únicos
– Gustavo e Overload Records que trouxe a banda e transformou um sonho em realidade

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