mid-seasons e goodbyes

Apesar de ser fã confessa de diversos seriados há algum tempo não tenho a mínima ideia do porque da discrepância de tempo entre as temporadas que vão no ar nos Estados Unidos e aqui.

Ok, talvez tenha uma ideia, já que tudo gira em torno das audiências. Cansei de ver séries bem sucedidas aqui serem canceladas porque os norte-americanos não foram cativados o bastante. E isso vem se tornando cada vez mais comum com o advento do TiVo, mas deixemos isto para outro dia. Falemos das séries em si. Sei que pode ser pedir muito passar episódios simultaneamente, mas podia rolar um pequeno delay de dois ou três capítulos, né? Acho que isso seria mais que justo.

Enquanto a fada da globalização não acerta nosos relógios entramos aqui na mid-season, época em que seriados um dia principais entram de férias e abrem espaço para que tramas “menores” entre em cena.

Assim me despeço de Mr. Simon Baker e The Mentalist que fazia parte de minha rotina de quinta-feira. (Sentirei saudades Rigsby, mas te espero se você prometer voltar!) Supernatural também deu tchau, mas ao contrario de Mentalist que finalizou sua primeira temporada, agora os irmãos Sam (Jared Padalecki) e Dean Winchester (Jensen Ackles) se preparam para férias merecidas já que rumores dizem que a próxima sera a última temporada deles, na qual irão ter de enfrentar nada mais, nada menos que o Apocalipse. Este sim é o fim que a série merecia. E por mais saudades eu sei que irie sentir, nada mais próprio que o fim após um Apocalipse, né?

O lado bom de tudo isto é o retorno de turmas que estavam há algum tempo sumidas. Como as garotas de The L Word e o povo de ER que no mesmo clima de Supernatural, ou pelo menos parecido, estreou sua 15a. e última temporada, que parece que ira pegar fogo. Só espero que o fim seja bonito, porque como fiel espectadora estou na espectativa. Mesmo não tendo acompanhado de perto a season passada, fico triste em saber que uma das séries mais premiadas no EMMY ira acabar. Desde que Plantão Médico estreou na Globo (que vim descobrir é bem picareta e tinha a mania de unir dois episódios em um) venho acompanhando as desventuras dos doutores Mark Greene (Anthony Edward), Doug Ross (George Clooney), Susan Lewis (Sherry Stringfield), Peter Benton (Eriq La Salle), John Carter (Noah Wyle), enfermeira Carol Hataway (Julianna Marguiles) e muitos, muitos ouros. Foram namoros, casamentos, idas e vindas, nascimentos e mortes, regados de muito drama com cirurgias e pronto atendimento que marcaram história.

Deus sabe o quanto chorei quando Lucy (Kellie Martin), a aprendiz ligeirinha e entrometida foi brutalmente assassinada por um paciente esquizofrênico, hoje estudioso brilhante de Numbers, que também atacou o Carter, fazendo que ele se tornasse viciado em remédios por conta da dor física e psicológica deste trauma. Destaco esta como a cena mais marcante do seriado inteiro, e prefiro não assistir a este capítulo até hoje, mesmo após nove anos. E olha que ví mais de 1000 cirurgias, partos e intervenções inusitadas feitas por George Clooney armado de uma BIC.

Outro capítulo que me fez derramar rios de lágrimas foi no qual Mark Green bateu as botas. Ele se foi por conta de um tumor no cérebro, foi um processo gradativo, que em alguns momentos pareceu contido. Mas os produtores me sacanearam ao final do episódio mostrar um clipe lindo feito no Havaí ao som de “What A Wonderful World” versão local. Olho inchado na certa.

Como podem ver são muitas lembranças e emoções que estão chegando ao final. Hora de dizer a deus a todos e para isto a produtora reservou uma série de surpresas para os fãs, como a entrada de Angela Bassett na história e a volta de diversos personagens long gone.

Infelizmente a Warner possui o péssimo hábito de mudar dias e horários, assim perdi o primeiro último capítulo da série. Desta forma iniciarei os meus goodbyes esta semana, e que Deus me ajude com o papel higiênico.

Pequeno resumo…
ER – sigla de Emergency Room – estreou nos Estados Unidos em 94 e se despediu da terra do Tio Sam em abril deste ano. Assim se tornou o drama médico a ficar mais tempo no ar, cerca de 15 anos. No total a série recebeu 123 indicações ao EMMY, conhecido como Oscar da televisão e ganhou 22.

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4 comentários sobre “mid-seasons e goodbyes

  1. Nessa disse:

    Ai Paoolinha!!!! Nem me fala em fim de seriado. Vários seriados otimos foram cancelados por lá e nem um final digno foi destinado, simplesmente o desrespeito predominou… Qto aos meus outros seriados, só em outubro, né? E o que fazer o meu ócio agora? Bora ver seriados que eu sempre passei batido…aiaiai… vicio sem fim. hahahahahaha

    Beijooooooo.

  2. Maria disse:

    Dona,você esqueceu de dizer que na música do Dr. Greene não é somente What a Wonderful World é uma junção dela com Somewhere Over The Rainbow,eu sei que o nome do cara é Israel,mas do que eu não faço idéia.Ai ai,eu to até desanimada com ER depois da temporada passada e série me desiludiu!

  3. Dark disse:

    Você também ficou com trauma da morte da Lucy? Nunca mais consegui ver esse episódio, mas como disse o Dr. Green que usa uma faca com lâmina de 15cm pra cortar um bolo e larga por aí só pode estar chamando tragédia.

    Nunca mais vi E.R. depois da morte dele, perdeu a graça, pra mim seria como ver House sem o House.

  4. sabrina disse:

    puutz , eu começeii a ver por agora , os episodios , aii quando dá eu vejo de manha , mas sem o greene vai ficar sem graça . o primeiro episodiio que eu vi foi o da lucy esfaqueada , meu Deus .
    aii eu começeei a acompanhar ja que ta repetindoo a serie , todos os dias . aii eu sempre do um jeitiin de ver . muitoo bom .

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