then POP goes my heart

Nasci e cresci ouvindo a banda mais pop do mundo. Ok! Afinal de contas quem não conhece Paul, John, George e Ringo? Mas não podemos massificar, certo? Há níveis no mundo pop que medem qualidade entre outros atributos, mas vamos encarar que POP é o que todo mundo conhece, afinal a palavra deriva de POPULAR, certo?

Acho engraçado como essa palavra pode ter diversos significados em diferentes momentos da vida. Por exemplo, quando a gente nasce, putz… ela nem cabe na nossa vida. Mas a partir do momento em começamos a viver de fato em sociedade, ela passa a ter uma importância, que às vezes parece ser vital.

Popularidade na escola é como um reflexo, no qual todos queremos parecer bem na foto, né? Bom ai a gente cresce e se divide em dois grupos:

– aqueles que sempre terão isso como algo extremamente importante

– aqueles que aprenderam que ser “o gostosão” do lugar não é tão enriquecedor para a vida

Hoje me encontro no segundo grupo. Passei anos da vida, morando no interior, buscando ser uma das meninas, com pai fazendeiro, dono de casa de câmbio, super empresário ou médico hiper-ultra-mega respeitado. Querendo roupas da Giovanna Baby, Surf More e Pakalolo. E fugindo do fato de que era realmente feliz brincado com os meninos, jogando futebol, vôlei, basquete e espirobol. Correndo ou andando de bicicleta o dia inteiro na rua. Mas há “males” que vem pra bem, certo?

Um dia acordei e vi que ser menosprezada, furtada e humilhada (olha que não estou fazendo drama, é tudo verdade!) por aquelas pessoas que eram a imagem do que eu gostaria de ser e vi que isso não era algo que eu queria para a minha vida. Então, simplesmente saí dessa. Achei pessoas com as quais eu podia fazer tudo isso que eu gostava de fazer com os meninos e ainda por cima podia falar sobre eles.

Deixando os traumas de lado, porque ainda não achei o caminho para de fato supera-los, vamos ao que interessa.

Voltando ao tópico POPULARIDADE.
Meu negócio é ROCK, acho que isso já ficou bem claro há tempos, mas tenho praticamente um pé inteiro no pop. Não sei se é a facilidade de pegar uma letra, ou o lado dançante que eles usam para me hipnotizar, mas o fato é que no final sempre caio como um patinho. Não levanto a bandeira e digo que é a melhor música do mundo, mas tem sim suas exceções, como Juntem Timberlake e Madonna – mas não juntos, por favor!

O lance é que gosto de dançar, no banho, na frente do espelho enquanto arrumo o quarto, em shows… E nada melhor do que música pop para fazer exercícios seja algo mais para o eletrônico, como David Guetta – dica dada por Maddie herself, ou mais sexy como Beyoncé.

O lado bom de tudo isso é que nunca ninguém tem que me ver fazendo isso, mas acho que nunca avancei essa fase da pré-adolescência. De qualquer forma acabei por abraçar esse meu lado há algum tempo, porque também ninguém consegue cantar “I’m only happy when it rains…” 100% do tempo. E essa é a razão do vídeo de hoje. Celebrando a liberação pop – e um esclarecimento, só porque eu ouço não quer dizer que concordo com as atitudes do ser humano, tá?! – com vocês, Miss Britney Spears“Break The Ice”


letra aqui

Um comentário sobre “then POP goes my heart

  1. Vanessa disse:

    E até que o clipe da moça não ficou zuado como disseram! Deram uma super ajuda na hora de transforma-la num anime, mas a musica ajuda tb!!!
    Gostei da parte que comentou sobre escolher… eu fiz a mesma escolha que vc…e passei por coisas semelhantes… será que todo o periodo escolar é semlhante em qq escola??? Parece que é quase uma representação social…algo intrínseco, sei lá…

    Beijos!

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