in love with the law breaker…

Me sinto meio assim de postar sobre minhas experiências no trabalho. Não quero que ninguém pense que eu me acho ou coisa parecida, mas se for analizar bem as coisas… ninguém lê isso aqui mesmo… A não ser uma pequena quantia de gatos pingados muito queridos para mim!

Então vamos nessa…
Hoje é o Dia Mundial Do Rock e nada mais legal do que falar sobre ele que é praticamente o ar que eu respiro. Creio que desde que eu estava na pança da minha mãe ouço rock. Passando por Beatles, Pink Floyd, Creedence e mais mil coisas. Algumas dessas coisas ouço hoje, outras não, mas o fato é que sempre tive isso em mim.

Entre as coisas que eu mais gosto estão bandas grunges. Não sei se é pelo fato de ter sido eles que marcaram grande parte da minha adolescência (Nirvana, Pearl jam, Alice In Chains, Soundgarden são minhas favoritas!) ou por ter uma relação liberadora com elas, já que é com suas músicas que eu espanto boa parte dos meus demônios. Independente da razão, elas possuem um lugar especial dentre todas as outras coisas que eu escuto.  Mas para comemora esse dia super legal, que está cheio de fotinhos, resolvi dividir algo.

As coisas no trabalho andam corridas desde que uma pessoa nos abandonou. No que eu estava sobrecarregada, hoje estou hiper-sobrecarregada! E ontém não foi diferente. O que transformou um pedacinho da minha vida foi a entrevista que eu tinha que fazer mais para o final da tarde. Já é quase uma rotina falar com pessoas que moram do outro lado do mundo e muitas vezes são conhecidas, mas o nervoso acaba sempre aparecendo. A pessoa de ontém era ninguém menos que Rob Halford (vocal do Judas Priest). A banda realmente não faz o meu gênero, mas respeito não falta. O nervosismo e fatores externos atrapalharam o início da entrevista, mas as coisas foram melhorando. E a cada uma ele mostrava que sabia perfeitamente como lidar com o fato de ser entrevistado. Ele falou sobre tudo. Judas. Fight. Halford. CD novo. O Metal God Entertainment (selo dele). Parcerias inusitadas. Vinda ao Brasil. E o mais delicado de tudo, a vida pessoal dele.

Pode ser ridículo dizer isso, mas ele foi fofo! (Mesmo esses sendo um elogio feito para aquele menino que você gostava na 6a. série, ele cabe aqui!) Delicado e sincero. Foi mais que uma entrevista. Foi uma conversa de verdade!

Adorei e ainda estou encantada!
Depois de 30 anos no meio musical você dá o privilégio da pessoa se achar. Mas tenho visto que a pessoa só dura tanto tempo nesse meio maluco porque ela sabe lidar com tudo o que envolve ele.
A entrevista acabou da melhor forma possível! E me fez querer ir ver Judas ao vivo, incrível, né? Para a pessoa que só conhece “Breaking The Law”…
Chega, falei demais!

Tenho que ir pra casa… e BOM DIA MUNDIAL DO ROCK procê!

crédito: foto retirada da Internet.

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