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e a bola rola…

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Começar algo no “mundo real” é fácil, por mais complicada tenha sido sua trajetória até o dado momento. Afinal é só dar o primeiro passo com o pé direito!
Mas e aqui? Como eu faço?

Mesmo eu não me sentindo supersticiosa, tem certas coisas que parecem vir com o DNA…
Como o velho hábito do Vovô de desvirar chinelos (de quem quer se seja), que aparece no seu caminho virado para baixo. Dando azar ou sorte, isso acabou virando algo como herança de família. De meu Vô, para minha mãe, dela para mim e quem sabe do amanhã?

Ou então, bater na madeira quando alguém fala algo terrível.
Que diferença isso faz eu não tenho a mínima idéia, mas eu não me contenho e acabo batento na bendita madeira!
Isso me faz lembrar de uma música que eu gosto muito…”The Impression That I Get” do Might Mighty Bosstones, (Let`s Face It, 1997).

Que demorei anos para realmente parar e pensar na letra… sabe como é, eu ficava animada demais toda vez que ela tocava para parar e reparar no que ele estava falando!).

vídeo | letra

Um skazinho gostoso que tem como refrão isso:

“I’ve never had to knock on wood
But I know someone who has
Which makes me wonder if I could
It makes me wonder if
I’ve never had to knock on wood
And I’m glad I haven’t yet
Because I’m sure it isn’t good
that’s the impression that I get…”

Se é ruim, faz mal, realmente não sei…
Só sei que as vezes é maior que eu… na hora que vi, já dei meus três “knocks” na madeira mais próxima!

Se você tiver idéia de como devo começar BEM esse blog, me avise, ok?
Eu fico por aqui mesmo…
Torcendo para que as coisas dêem certo!

6 comentários sobre “e a bola rola…

  1. Marco disse:

    Ainda não entendo porque bater na madeira seria algo ruim… mas!
    Essa história toda me lembrou de uma outra história do Robert Rodriguez. Certo dia a mulher dele estava fazendo um prato e ela tirava todas as pontas da carne para fazê-lo. Daí ele resolveu perguntar para ela porque tirar as carnes assim, sem dó.
    No que ela respondeu que não sabia, mas a mãe dela fazia assim… E ele foi para a sogra, que também não sabia porque fazia assim mas a sua mãe fazia e ela havia aprendido assim. Ao perguntar para a avó, ela respondeu: faço assim porque a lancheira que o meu marido levava para o trabalho era pequena e nela não cabia a carne inteira, então ela cortava as pontas.
    Entendeu?

  2. Daniel T. disse:

    é normal ter superstições mesmo sem botar muita fé nelas? Tipo, fazer figa durante cobrança de pênaltis mesmo achando que isso não vai fazer diferença alguma no resultado do jogo? Bater na madeira meio que de reflexo, por costume? Droga, acho que preciso de um analista… rs. Anyway… também adoro a música.

    • paulinha mihuda disse:

      eu acho bem normal, porque é o que me acontece sempre! hahaha, faço as “coisas” mais por desencargo de consciencia do que qualquer outra razão, hahaha…

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